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O que é o Radar Social?
O Radar Social é um projeto-piloto, desenvolvido pelo Município de Águeda e financiado pela União Europeia e pelo Estado Português através do PRR (Plano de Recuperação e Resiliência), – PRR-RE-C03-i01-07-000149 – que, através de uma equipa multidisciplinar, visa identificar situações de risco em contexto de vida da pessoa ou família, e procura Escutar, Encontrar e Encaminhar as pessoas para os recursos existentes na comunidade, no sentido de agilizar um apoio ou solução.
Pretende também, georreferenciar recursos e respostas, a nível local, promovendo a participação e a sustentabilidade das comunidades, envolvendo cada cidadão no processo de identificação das situações de pobreza, vulnerabilidade social ou fragilidades existentes ao seu redor.
A Equipa do Radar Social conta com uma psicóloga, uma assistente social e uma técnica superior de Planeamento, que se encontram disponíveis para atuar perante as situações que venham a ser sinalizadas.
Como atuamos?
A equipa intervém de um modo transversal ao processo de referenciação, podendo estar envolvida no decorrer da Sinalização – Identificação – Integração, prestando assistência ao nível da estabilização emocional, recuperação e (re)construção do projeto de vida.
Através da sinalização de situações de vulnerabilidade social, a Equipa do Radar Social procede à:
- Referenciação em contexto de vida, da pessoa ou da família em situação de vulnerabilidade social;
- Realização da avaliação social preliminar e prospetiva da situação sociofamiliar;
- Informação/orientação da pessoa ou família, assegurando o seu encaminhamento para a rede dos serviços de atendimento e acompanhamento social ou dos parceiros da Rede Social;
- Ativação social da rede de recursos locais da Rede Social local, sempre que da referenciação resultar a necessidade de uma intervenção social emergencial.
Tipos de situações a sinalizar:
- Abandono;
- Ausência de suporte familiar;
- Comportamentos aditivos (álcool, drogas e outros);
- Insuficiência/ausência de rendimentos / Carência económica;
- Crianças e jovens em risco;
- Dependentes/Acamados
- Discriminação étnica, política, religiosa, sexual…;
- Problemas de saúde e/ou saúde mental não acompanhados;
- Más condições de habitabilidade e/ou sobrelotação;
- Mendicidade;
- Maus tratos/negligência/violência;
- Carência alimentar;
- Perda de autonomia para as atividades da vida diária;
- Isolamento social;
- Sem-abrigo e situações de despejo/desalojamento;
- Violência doméstica e de género;
- Dificuldades ao nível físico e motor;
Quem pode sinalizar?
- Juntas de freguesia;
- Órgãos de polícia criminal;
- Estabelecimentos de Saúde e Farmácias;
- IPSS;
- Empresas;
- Paróquias e/ou outras instituições de carácter religioso;
- Escolas e/ou outras instituições de ensino públicas ou privadas;
- O/a próprio/a;
- Comunidade em geral.
Como sinalizar?
- Presencialmente nas instalações da Câmara Municipal
- Através dos contactos disponíveis:
234 610 070/ 961 954 488
- Preenchimento da seguinte Ficha de Sinalização
