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História

Águeda, sede de concelho desde 1834 e cidade desde 1985, deve a sua fundação aos celtas, Túrdulos e Gregos remontando ao ano de 370 Ac.

A antiguidade da ocupação desta região é revelada por diversos monumentos megalíticos e pelo Cabeço do Vouga, importante estação arqueológica localizada junto do trajecto da via militar romana de Olissipo a Bracara.

No século XI, Águeda é um burgo próspero, com um comércio desenvolvido e o seu porto movimentado, abastecendo-se a si e às populações vizinhas de além Alcoba (hoje Caramulo). É referida, em documentos de 1050 e 1077, tanto pelo seu nome primitivo Casal Lousado (lat. Casal Lousato) como pelo seu nome próprio latinizado Anegia, Agatha e Ágada.

Águeda não teve foral na Idade Média, ao contrário de outras povoações vizinhas, por ser terra reguenga e couto dos mosteiros de Lorvão e Vacariça.

Águeda era ponto de apoio dos caminhos de Santiago. Na sua albergaria ter-se-á recolhido em 1325 a Rainha Santa Isabel, quando se dirigia em peregrinação para Santiago de Compostela.

Em 1834, Águeda ascende à categoria de sede de concelho, por consequência da revolução liberal dando-se uma reforma administrativa devido à sua capital importância na estratégia político-militar da resistência, à 2ª invasão francesa, pois possuía um hospital militar que socorria os feridos provenientes das batalhas. Desde que foi elevada à categoria de concelho, Águeda começou a ter uma vida política bastante movimentada, mas foi sempre muito bem representada por nomes influentes da terra.

No dia 8 de Julho de 1985, a vila de Águeda é elevada à categoria de cidade.

Águeda actua como fronteira entre o mar e a serra devido à sua privilegiada situação geográfica, sendo servida por vias rodoviárias e ferroviárias de fácil acesso.

Hoje, Águeda é uma cidade em franco desenvolvimento económico e social, sendo uma das cidades mais industrializadas do pais.