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- Educação :: Cidades Educadoras destacam Banco Local de Voluntariado de Águeda
O Banco Local de Voluntariado de Águeda (BLVA), projeto dinamizado e coordenado pelo Município de Águeda, é o grande destaque no boletim de março da Associação Internacional das Cidades Educadoras (AICE).
O boletim, que conta com três edições (espanhol, francês e inglês), é distribuído junto dos 345 municípios aderentes à AICE de 15 países dos cinco continentes, de entre os quais 38 municípios portugueses.
O artigo de capa do boletim começa por fazer uma breve caracterização demográfica do concelho, debruçando-se em seguida sobre o BLVA, que foi implementado pela Câmara Municipal de Águeda com o objetivo de incentivar e promover o trabalho voluntário no Concelho. Esta iniciativa visa integrar os munícipes que queiram prestar serviço voluntário nas diversas instituições ou entidades do concelho, em projectos de interesse social e comunitário.
Um aspeto abordado no artigo é o cariz intergeracional do BLVA, que procura que pessoas de todas as idades possam colocar as suas aptidões e conhecimentos ao serviço dos outros, informando ainda de que 51% dos voluntários são do grupo etário entre os 19 e os 26 anos.
Neste momento o BLVA tem mais de 200 voluntários, que de forma livre, desinteressada e responsável, se comprometem, de acordo com as aptidões próprias e no seu tempo livre, a realizar acções de voluntariado no âmbito de uma organização promotora.
Para mais informações consulte: http://www.cm-agueda.pt/PageGen.aspx?WMCM_PaginaId=41790
Sobre a Associação Internacional das Cidades Educadoras
O Município de Águeda apresentou a sua candidatura para integrar a rede de cidades educadoras em fevereiro de 2009, tendo a sua proposta sido aceite e ratificada na assembleia geral de abril de 2010, durante o Congresso Internacional das Cidades Educadoras, em Guadalajara, México.
A Associação Internacional das Cidades Educadoras foi fundada na década de 90 do século XX, na cidade espanhola de Barcelona, tendo como ponto de partida a realização do 1.º congresso onde foram acordados os princípios básicos que enformam o perfil de uma cidade educadora e os seus objectivos que passam pela aprendizagem, troca de experiências e a criação de contextos de aprendizagem que enriquecem e estimulam a promoção e realização pessoal dos seus habitantes.
Estes princípios integram a Carta de Barcelona, revista em novembro de 2004. Pode dizer-se que as cidades educadoras são todas aquelas que assumem coerentemente o imenso potencial que o seu património histórico, cultural, instituições, recursos de diversa índole, eventos e projetos lhes proporciona, transformando-os em capital educativo para todos os habitantes da cidade. Todo o espaço do município é considerado como potencialmente educador.
